Um cronista que nos fala do mundo pelo ângulo do afeto. Livre de convenções, ainda que fazendo sonetos dentro da norma culta.
Valdemar Figueredo
Editor do Instituto Mosaico, professor universitário, pesquisador (Grupo de pesquisa Passagens, IFCS-UFRJ), cientista social e pastor. Doutor em Ciência Política (Iuperj, atual IESP-UERJ), Doutor em Teologia (PUC-RJ). Pós-doutorado em Sociologia (USP).
Murilo Mendes: Poesia, Mística e Cotidiano
Para quem gosta de prosa poética, A idade do serrote (1968) é um livro necessário. Os capítulos são intitulados com nomes próprios.
Teologia do Traste na Poesia de Manoel de Barros
Recorrente na poesia de Manoel de Barros a nostalgia da infância. O recurso da memória para desinventar o que foi consolidado ao longo do tempo.
Cotidianos e a Cor do Invisível em Quintanares
Comecei o ano de 2021 lendo as primeiras obras publicadas de Mario Quintana: A rua dos Cataventos (1940), Canções (1946) e Sapatos floridos (1948).
100 Mil Mortes: Como Tocar a Vida?
Brasil é o epicentro da pandemia e o mundo descobre que o Trump dos trópicos preside um projeto de morte.
Mas Livra-nos do Mal
Nesta quarentena, li com muito interesse um livro que tinha há alguns anos, mas nunca tinha aberto: Sobre a brevidade da vida, Sêneca.
Nossa Tentação na Quarentena
Jesus foi tentado na quarentena no deserto quando estava com fome. Vazios somos mais vulneráveis. Suprir necessidades, qual a alma dos nossos negócios?
Nossas Dívidas na Quarentena
Perdão é uma palavra jeitosa, vistosa, bem comportada, bonitinha, mas sobretudo, constrangedora.
Pão Nosso na Quarentena
Lá no deserto Jesus buscava inspiração de vida e resolveu jejuar. Faminto e atento.
Pai Nosso: Comunitário
A intimidade da oração no quarto seria um convite ao individualismo se não fosse a expressão NOSSO.